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O dia 17 de maio é o dia nacional da Noruega. A Constituição foi assinada em 17 de maio de 1814 na cidade de Eidsvoll, tornando a Noruega um estado independente depois de ser uma parte do estado dinamarquês-norueguês desde 1380.

A forma como o dia nacional é celebrado na Noruega é bastante especial. Desde o início, a celebração teve as crianças em foco, o dia é comemorado com desfiles de crianças acompanhadas por bandas filarmónicas e coros escolares. O maior desfile ocorre em Oslo, composto por crianças de 123 escolas diferentes! A parada em Oslo passa pelo  castelo real, onde a família real está em sua sacola que cumprimenta e que acena às crianças que passam durante as 3 horas que o desfile dura.

Fonte: Real Embaixada da Noruega em Portugal 

17.05.2017

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   Decorreu no dia 25 de janeiro, o evento de encerramento do Programa Cidadania Ativa, gerido pela Fundação Calouste Gulbenkian no âmbito dos EEA Grants 2009-2014.

O evento contou com as presenças da Secretária de Estado dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Teresa Ribeiro, do Embaixador da Noruega em Lisboa, Anders Erdal, e do Representante interino para a Europa do Alto-Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Paul d’Auchamp, entre outras individualidades. Estiveram também presentes representantes das várias entidades promotoras e beneficiários diretos dos 113 projetos financiados.

Isabel Mota, administradora da Fundação, destacou a importância dos resultados alcançados pelo projeto e a dimensão do apoio concedido à sociedade civil, de enorme importância face aos desafios que se colocam atualmente a toda a Europa, Portugal incluído. Salientou a importância da continuação deste apoio às ONG na preservação dos valores democráticos e direitos humanos.

O Embaixador da Noruega em Portugal, Anders Erdal, manifestou o seu agrado pelo sucesso do Programa e anunciou que o próximo mecanismo financeiro dos EEA Grants 2014-2021 contempla para Portugal um apoio de cerca de 10 M€ para a sociedade civil ao abrigo do Active Citizens Fund.

No decurso do evento foi apresentado um estudo de avaliação independente sobre os resultados e impacto do Programa, desenvolvido pelo Instituto de Estudos Sociais e Económicos (IESE), sendo de destacar ao nível das organizações não-governamentais (ONG) o aumento da qualificação técnica dos recursos humanos e as melhorias na gestão organizacional, entre outras, como efeitos positivos do Cidadania Ativa. Ao nível da sociedade, o impacto do Programa traduziu-se em melhorias nas condições de vida/bem-estar dos destinatários e das condições de inclusão social e empregabilidade de grupos específicos da população. Os resultados completos deste estudo podem ser consultados aqui.

Durante o evento foi ainda lançado o livro "Por mais escura que seja a noite... Amanhã é outro dia", numa edição que dá rosto aos projetos apoiados pelo Programa Cidadania Ativa através de 11 histórias contadas pela jornalista Inês Rapazote e o fotógrafo José Carlos Carvalho. Os autores tiveram oportunidade de partilhar as suas impressões com o público e apresentar alguns dos protagonistas das histórias.

O Programa Cidadania Ativa recebeu 8,7 M€ de financiamento da Islândia, Liechtenstein e Noruega, no âmbito dos EEA Grants 2009-2014, para o fortalecimento da sociedade civil em Portugal, designadamente tendo em vista promover a empregabilidade e a inclusão dos mais jovens, reforçar os valores democráticos e os direitos humanos, melhorar a capacidade de atuação de ONG e influenciar as políticas públicas.

Entre 2013 e 2016 foram apoiados 140 projetos e iniciativas, em que participaram cerca de 170 ONG e muitas outras organizações, portuguesas e dos países doadores, beneficiando diretamente as vidas de mais de 80 mil pessoas por todo o país.

27.01.2017


 

 

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   A Conferência de Encerramento do projeto Gender Mobility: time-space inequality (GenMob) teve lugar no passado dia 5 de dezembro de 2016, no IGOT, Universidade de Lisboa.

O projeto GenMob procurou aprofundar o conhecimento sobre os usos do tempo e do espaço da população tendo em vista influenciar políticas públicas mais inclusivas, com recurso à telegeomonitorização em tempo real, mediante o uso de smartphones e/ou dispositivos com GPS incorporado (trackers), como sensores para aquisição de dados – em participantes voluntárias/os.

Considerando que em Portugal não havia nenhum estudo estatístico e sistemático atualizado sobre diferenças de género numa perspetiva territorial e integrada (apenas um Inquérito à Ocupação do Tempo a nível nacional, pelo INE em 1999), este projeto pretendeu, entre outros objetivos, divulgar medições do tempo despendido com trabalho não remunerado de suporte à vida familiar, incluindo trabalho doméstico; criar uma metodologia e um instrumento de aquisição, armazenamento, organização e análise de dados; incentivar a criação de políticas (a nível público e privado) responsáveis e adaptadas aos contextos sociais e geográficos das entidades empregadoras e dos seus funcionários; contribuir para a promoção de medidas políticas associadas às smart cities na perspetiva da mobilidade inteligente.

Com base na captura, em tempo real e síncrono, dos movimentos em dias de semana de uma amostra de 123 participantes voluntários/as inseridos/as no mercado de trabalho, em duas zonas estruturais localizadas na AML (Grande Lisboa e Península de Setúbal) e no Alentejo, o GenMob identificou os horários, as cadeias de viagem e paragens, a distribuição espacial das deslocações e os modos de transporte, bem como perfis de mobilidade diários. Os resultados deste estudo permitiram constatar que, em média, as mulheres realizam mais viagens, percorrem distâncias mais curtas e utilizam mais os meios públicos de transporte, do que os homens.

A metodologia utilizada neste projeto é inovadora em estudos de género e questiona se a cadeia de mobilidade masculina deve continuar a servir de padrão de referência das instituições e das respetivas políticas.

O GenMob foi desenvolvido pelo Centro de Estudos Geográficos/Instituto de Geografia e Ordenamento do Território da Universidade de Lisboa, em parceria com a Noroff University College (Noruega), tendo recebido financiamento da Islândia, do Liechtenstein e da Noruega, através dos EEA Grants no âmbito do Programa Integração da Igualdade de Género e Promoção do Equilíbrio entre o Trabalho e a Vida Privada da responsabilidade da Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG).

21.12.2016


 

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   Decorreu no passado dia 25 de novembro na Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra a Conferência Final “Anos Incríveis para a Promoção da Saúde Mental”.

O projeto “Anos Incríveis para a Promoção da Saúde Mental”, permitiu continuar a implementar e disseminar os programas Anos Incríveis, iniciados em 2003 em Portugal, junto de um número crescente de famílias e educadores de infância.

Os programas Anos Incríveis, desenvolvidos por Carolyn Webster-Stratton, em Seattle, são programas de intervenção baseados em evidência, direcionados para pais, educadores e crianças, cujos objetivos são promover a competência social, emocional e académica das crianças e prevenir e reduzir problemas de comportamento de forma precoce e eficiente.

Este projeto teve como principal missão formar um conjunto alargado de educadores de infância e profissionais de saúde que serão posteriormente embaixadores dos programas Anos Incríveis junto de outros profissionais, de forma a disseminar e a garantir a sustentabilidade do modelo em zonas cada vez mais alargadas do país.

Estiveram envolvidos no projeto várias dezenas de educadores de 60 Jardins de Infância de zonas carenciadas do Distrito de Coimbra, cerca de 200 profissionais de 11 Centros de Saúde daquela região e cerca de 100 pais/encarregados de educação.

Segundo as coordenadoras do projeto, as Professoras Doutoras Maria João Seabra Santos e Maria Filomena Gaspar, este é um “programa de capacitação para continuar, agora destinado a crianças em idade escolar e, se possível, alargar ao país”.

“Anos Incríveis para a Promoção da Saúde Mental” foi desenvolvido pela Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Coimbra em parceria com o Instituto Politécnico de Coimbra, através da Escola Superior de Educação, a Associação Nacional de Intervenção Precoce e a Universidade de Tromsø (Noruega), tendo recebido cerca de 0.3 M€ de financiamento da Islândia, do Liechtenstein e da Noruega, através dos EEA Grants, no âmbito do Programa Iniciativas de Saúde Pública da responsabilidade da Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS).

14.12.2016


 

 

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