AP13 - Atualidades

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PT06 - Encerramento do projeto “Anos Incríveis para a Promoção da Saúde Mental”

   Decorreu no passado dia 25 de novembro na Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra a Conferência Final “Anos Incríveis para a Promoção da Saúde Mental”.

O projeto “Anos Incríveis para a Promoção da Saúde Mental”, permitiu continuar a implementar e disseminar os programas Anos Incríveis, iniciados em 2003 em Portugal, junto de um número crescente de famílias e educadores de infância.

Os programas Anos Incríveis, desenvolvidos por Carolyn Webster-Stratton, em Seattle, são programas de intervenção baseados em evidência, direcionados para pais, educadores e crianças, cujos objetivos são promover a competência social, emocional e académica das crianças e prevenir e reduzir problemas de comportamento de forma precoce e eficiente.

Este projeto teve como principal missão formar um conjunto alargado de educadores de infância e profissionais de saúde que serão posteriormente embaixadores dos programas Anos Incríveis junto de outros profissionais, de forma a disseminar e a garantir a sustentabilidade do modelo em zonas cada vez mais alargadas do país.

Estiveram envolvidos no projeto várias dezenas de educadores de 60 Jardins de Infância de zonas carenciadas do Distrito de Coimbra, cerca de 200 profissionais de 11 Centros de Saúde daquela região e cerca de 100 pais/encarregados de educação.

Segundo as coordenadoras do projeto, as Professoras Doutoras Maria João Seabra Santos e Maria Filomena Gaspar, este é um “programa de capacitação para continuar, agora destinado a crianças em idade escolar e, se possível, alargar ao país”.

“Anos Incríveis para a Promoção da Saúde Mental” foi desenvolvido pela Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Coimbra em parceria com o Instituto Politécnico de Coimbra, através da Escola Superior de Educação, a Associação Nacional de Intervenção Precoce e a Universidade de Tromsø (Noruega), tendo recebido cerca de 0.3 M€ de financiamento da Islândia, do Liechtenstein e da Noruega, através dos EEA Grants, no âmbito do Programa Iniciativas de Saúde Pública da responsabilidade da Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS).

14.12.2016


 

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PT06 - Prémio para projeto inovador da área da nutrição

   O projeto Nutriciência ganhou o prémio de melhor trabalho na área da Pediatria, no âmbito da sua participação no 20º Congresso Português da Obesidade, que decorreu no Porto, entre os dias 18 e 20 de novembro, com o tema “Obesidade, uma Prioridade”.

O projeto promovido pela Universidade do Porto, que está já na sua segunda fase, foi apresentado pela nutricionista Carla Almeida, numa comunicação intitulada "Nutritional literacy web-based intervention: the Nutriscience project".

O Nutriciência visa aumentar a literacia em nutrição junto de cerca de 4.000 crianças, suas famílias e educadoras de dezenas de Misericórdias portuguesas de norte a sul do país, através de um conjunto de estratégias inovadoras, com base numa plataforma web e em dispositivos móveis.

Com o lema “Jogar, Cozinhar, Aprender”, o Nutriciência comunica com o seu público-alvo através de recursos inéditos e visualmente atrativos, como bandas desenhadas, vídeos, dicas e receitas saudáveis, bem como do jogo TuttiNutri, recentemente lançado.

Coordenado pelo Professor José Azevedo, da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, o projeto é desenvolvido por uma equipa multidisciplinar que inclui, ainda, a Faculdade de Ciências da Nutrição e da Alimentação e a Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, em parceria com a União das Misericórdias Portuguesas, a RTP e a Universidade de Oslo.

O Nutriciência é um projeto financiado pela Islândia, Liechtenstein e Noruega, através dos EEA Grants, no âmbito do Programa Iniciativas em Saúde Pública da responsabilidade da Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS).

23.11.2016


 

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PT06 - Estudo pioneiro sobre infeção por vírus da Hepatite E em Portugal

   Apresentados no passado dia 29 de outubro, na Faculdade de Farmácia da Universidade do Porto, os resultados e conclusões finais do projeto HEPeCONTROL.

Nos últimos anos têm sido identificados casos de hepatite causados pelo vírus da hepatite E (HEV) em Portugal, considerando-se que este tipo de infeção é transmitido ao homem por animais, sendo os porcos os principais reservatórios do vírus. Pensa-se que o consumo de carne de porco, de javali e de veado mal cozinhada ou crua possa ser a principal via de transmissão do vírus. Também os trabalhadores pecuários e veterinários têm sido apontados como um fator de risco, existindo ainda outras vias de transmissão possíveis.

O projeto HEPeCONTROL pretendeu estudar a seroprevalência do HEV na população Portuguesa, avaliar o risco de infeção por HEV em profissionais com exposição ocupacional a suínos, pesquisar infeções silenciosas por HEV em dadores de sangue e avaliar o potencial risco de transmissão de HEV a partir de produtos farmacêuticos de origem suína.

Neste que foi o primeiro grande estudo a nível nacional sobre prevalência de anticorpos para o HEV foi encontrada uma seroprevalência global de 16% na população Portuguesa, valor semelhante ao que tem sido descrito noutros países europeus, sendo de destacar que esta aumenta significativamente com a idade, atingindo um máximo de 36% no grupo etário com mais de 80 anos.

Os profissionais com exposição ocupacional a suínos (trabalhadores de matadouros, talhantes, veterinários, suinicultores) do Norte e Centro de Portugal mostraram ser um grupo de risco para a infeção por HEV, principalmente se desempenham a sua atividade profissional há mais de 16 anos, evidenciando uma maior seroprevalência (30,7%) comparativamente à população geral de controlo (19,9%).

Do total de 2.115 dadores de sangue estudados, 4 (0,19%) mostraram indícios de uma infeção recente ou em curso por HEV, mas nenhum dos dadores mostrou possuir o vírus no sangue na altura da doação.

Em nenhum dos produtos farmacêuticos de origem suína estudados foi detetado HEV.

O projeto HEPeCONTROL, promovido pela Faculdade da Farmácia da Universidade do Porto em parceria com o Instituto Politécnico de Viseu e a Norwegian University of Life Science, é financiado pela Islândia, Liechtenstein e Noruega através dos EEA Grants, no âmbito do Programa Iniciativas de Saúde Pública da responsabilidade da Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS).

03.11.2016


 

 

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PT06 – Estado nutricional da população idosa portuguesa é preocupante.

   Esta poderá ser a conclusão do projeto Nutrition UP 65 que analisou uma amostra representativa de 1500 pessoas com 65 ou mais anos para avaliar o estado nutricional da população idosa portuguesa.

As principais conclusões apresentadas numa conferência realizada no passado dia 28 de setembro, na Fundação Eng.º António de Almeida, no Porto, apontam para resultados preocupantes, designadamente carência grave de vitamina D em cerca de 70% dos avaliados e consumo de sal em excesso em mais de 85%. Cerca de 44% apresentavam excesso de peso, com 39% revelando mesmo sinais de obesidade, enquanto 15% revelavam desnutrição. O nível de hidratação avaliado revela que cerca de 30% não bebem água suficiente e cerca de 10% apresenta sinais de sarcopenia, perda de massa, força e função musculares em consequência do envelhecimento.

Os dados obtidos permitem concluir que as alterações no estado nutricional têm implicações na fragilidade - associada a maior morbilidade e mortalidade nos idosos, estando os baixos níveis de vitamina D, a desidratação e o elevado consumo de sal associados a complicações clínicas.

Este estudo, da responsabilidade Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto em parceria com o Departamento para a Pesquisa do Cancro e Medicina Molecular da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia e a Unidade Local de Saúde do Alto Minho, teve por objetivo aumentar o conhecimento dos profissionais de saúde e criar mudanças a médio e longo prazo na vida da população idosa.

O projeto Nutrition UP 65 é financiado pela Islândia, o Liechtenstein e a Noruega, através dos EEA Grants, no âmbito do Programa Iniciativas de Saúde Pública, da responsabilidade da Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS).

26.10.2016


 

 

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PT06 – Afinal comer legumes pode ser divertido!

   Os números refletem o sucesso da primeira fase do projeto Nutriciência: Jogar, Cozinhar e Aprender - 946 famílias com crianças aprendem sobre alimentação saudável de forma lúdica e divertida.

Com a participação de 63 instituições de 34 Misericórdias, além de 249 educadoras inscritas na plataforma e 200 inscritas no curso online de Nutrição, foram lançados 11 desafios às famílias e às Misericórdias, dos quais resultaram 1312 publicações na plataforma online, estando já a decorrer as inscrições para a segunda fase.

O projeto Nutriciência: Jogar, Cozinhar e Aprender, promovido pela Universidade do Porto, em parceria com a União das Misericórdias Portuguesas (UMP) e com a Universidade de Oslo, acaba de entrar na sua se gunda fase, reafirmando o objetivo de contribuir para melhorar os hábitos alimentares das famílias portuguesas.

Dezenas de pessoas estiveram presentes na cerimónia de lançamento desta segunda fase, que decorreu em Fátima, no passado dia 15 de setembro, onde foram entregues prémios às Misericórdias que mais se destacaram nas diversas atividades desenvolvidas ao longo dos últimos meses e aos pais que apresentaram as melhores receitas. No final do evento decorreu ainda um “Show Cooking” protagonizado pelo Chef Hélio Loureiro.Um balanço muito positivo da primeira fase foi a opinião unânime de todos os representantes das diversas entidades envolvidas neste projeto.

Nutriciência é um projeto financiado pela Islândia, o Liechtenstein e a Noruega através dos EEA Grants no âmbito do Programa “Iniciativas em Saúde Pública”, da Administração Central do Sistema de Saúde IP, com o apoio do Serviço Nacional de Saúde (Ministério da Saúde). É promovido pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto, em parceria com a Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação, Faculdade de Engenharia, União das Misericórdias Portuguesas, Santa Casa da Misericórdia do Porto, Rádio Televisão – RTP e a Universidade de Oslo.

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21.10.2016


 

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PT06 - Projeto Emprego Saudável

   Realizou-se no passado dia 13 de maio o Workshop Nacional de Capacitação em Saúde Mental - Diálogos Intersectoriais, na Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa (FMUL). Este workshop, inserido nas atividades do Projeto Emprego Saudável, contou com cerca de 175 participantes, entre profissionais dos vinte e seis parceiros nacionais do projeto e outras instituições de diferentes setores, que lidam com populações vulneráveis (desempregados e empregados temporários).

Emprego Saudável é um projeto financiado pela Islândia, Liechtenstein e Noruega, através dos EEA Grants, no âmbito do Programa Iniciativas de Saúde Pública, da responsabilidade da ACSS. Informação sobre o Projeto aqui

 

27.05.2016


 
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PT06 - Inquérito Nacional de Saúde com Exame Físico - 1ª Conferência

   No âmbito do Inquérito Nacional de Saúde com Exame Físico (INSEF) o Departamento de Epidemiologia do Instituto Ricardo Jorge vai organizar, no dia 31 de maio, no Auditório Mariano Gago do Pavilhão do Conhecimento, em Lisboa, a 1ª Conferência do INSEF.

Nesta conferência será apresentado o trabalho desenvolvido no âmbito do INSEF e serão divulgados e comentados os primeiros resultados deste inquérito, que vão incidir sobre as desigualdades sociodemográficas da distribuição do estado de saúde, dos determinantes de saúde e fatores de risco e dos cuidados de saúde da população residente em Portugal em 2015. O evento tem entrada livre, embora com inscrições limitadas, e os interessados em participar poderão efetuar a sua inscrição por email ( Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. ).

O INSEF tem como finalidade contribuir para a melhoria da saúde dos Portugueses, apoiando as atividades nacionais e regionais de observação e monitorização do estado de saúde da população, avaliação dos programas de saúde e a investigação em saúde pública. Tem como mais-valia o facto de conjugar informação colhida por entrevista direta ao indivíduo, sobre o seu estado de saúde, determinantes de saúde e utilização de cuidados de saúde, com uma componente objetiva de exame físico.

Este inquérito está a ser desenvolvido em parceria com o Instituto Norueguês de Saúde Publica e em colaboração com as Administrações Regionais de Saúde (Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve) e com as Secretarias Regionais de Saúde das Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, e tem um financiamento de cerca de um milhão e meio de euros, dos quais 85 por cento são assegurados pela Islândia, Liechtenstein e Noruega, através do Programa Iniciativas em Saúde Pública das EEA Grants, e 15 por cento pelo Estado Português.

Para mais informações, consulte a página de internet do INSEF (www.insef.pt).


04.05.2016


 

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PT06 – Primeiros resultados no Programa da Saúde apresentados em Seminário

   Os resultados obtidos com 9 dos 27 projetos EEA Grants, da área da saúde, concluídos a 30 de abril de 2016, foram apresentados no “Seminário com os Promotores” realizado no dia 20, promovido pela ACSS, no âmbito do Programa Iniciativas em Saúde Pública, e presidido pelo Diretor-Geral da Saúde, Francisco George e pela Presidente da ACSS, Marta Temido.

Na ocasião, ambos aproveitaram para agradecer aos Países Doadores, Noruega, Liechtenstein e Islândia, o apoio que permitiu o desenvolvimento destes projetos, em áreas consideradas prioritárias, como saúde mental, nutrição, doenças transmissíveis e sistemas de informação.

A Presidente da ACSS realçou que os resultados conseguidos pelos nove projetos, agora concluídos, demonstram que a saúde das populações não se pode resumir apenas aos cuidados prestados nos serviços de saúde mais avançados tecnologicamente e com os profissionais mais dotados. Pelo contrário, estes projetos revelam que a saúde “começa em casa, nas famílias, nas escolas, no trabalho e nas comunidades em que vivemos”. De que forma? Capacitando os profissionais e os doentes sobre a importância de ter comportamentos e consumos saudáveis, apostando na prevenção.

Na sua intervenção, o embaixador da Noruega em Portugal, Ove Thorsheim destacou a “competência” portuguesa no desenvolvimento dos 27 projetos contemplados e informou que “a área da saúde deverá ser uma prioridade num futuro entendimento entre os dois países.” Exprimindo o desejo de que “Portugal seja o primeiro país a assinar o novo acordo”.

Os projetos que terminaram a sua execução a 30 de abril abrangem áreas como as doenças transmissíveis, 2 projetos, nutrição, 2 projetos e saúde mental, 5 projetos.

O Programa Iniciativas em Saúde Pública, resultante do Memorando de Entendimento celebrado entre o Portugal e os Doadores, em implementação desde 2014, contribui para a redução das desigualdades económicas e sociais nas áreas de saúde designadas como prioritárias, bem como para o reforço de relações bilaterais entre os países doadores e os Estados Beneficiários.

 

02.05.2016


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