New Ways

Promotor: Fundação Serra Henriques

Parceiros:

BAS - Bergen Arkitekthogskole, Norway;

IPP – Infraestruturas de Portugal Património;

ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa.

Financiamento EEA Grants: 14 940,00 €

Código Grace: PT-BI044

Programa:

 

Em que consiste esta iniciativa?

A iniciativa NEW WAYS reúne faculdades de arquitetura portuguesas e norueguesas para o estudo de novas utilizações e propostas de carácter sustentável e estratégico para antigas estações ferroviárias desativadas em Portugal.

Uma centena de antigas estações ferroviárias desativadas nas últimas décadas, precisam de reabilitação e de uma nova vida para estimular a dinâmica social e económica numa significativa parte do território.

A iniciativa NEW WAYS, financiada pelo Fundo de Relações Bilaterais dos EEA Grants, reúne faculdades de arquitetura portuguesas e norueguesas para o estudo de novas utilizações e propostas de carácter sustentável e estratégico para este vasto património cultural, em muitos casos disperso e isolado.

A Fundação Serra Henriques (FSH) assinou em dezembro de 2019 um acordo com a Infraestruturas de Portugal Património (IPP) para a elaboração de propostas de intervenção nas estações ferroviárias desativadas, na sua maioria edifícios de interesse histórico e cultural. A IPP entregou à FSH a cooperação com as faculdades de arquitetura e parceiros nacionais e internacionais, para estudarem em conjunto soluções de carácter sustentável e estratégico.

A iniciativa NEWWAYS reúne a FSH e a IPP com os parceiros da BAS (Bergen Architecture School) e ISCTE para formarem um único grupo de estudos capaz de propor novas utilizações para os referidos edifícios e respetivas áreas circundantes.

Os parceiros noruegueses têm uma vasta experiência em desafios semelhantes e em turismo de natureza o que representa um conhecimento fundamental para o estudo da reativação deste património que se encontrava anteriormente ligado pelas linhas férreas entre estações.

Os  parceiros nacionais encontram-se já em fase de estudo da introdução deste desafio nos currículos dos seus alunos de arquitetura, abrindo assim a possibilidade de outras faculdades o virem a fazer.

Os resultados esperados são propostas capazes de atrair o apoio das autarquias locais e o interesse de investidores que possam implementar a reabilitação parcial ou total deste património.

A intervenção nestes edifícios representa um contributo para o desenvolvimento de territórios periféricos e desertos, procurando a mitigar as disparidades sociais e económicas no país.

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